
O Brasil é melhor com Lula e o PT. Pela primeira vez, o desemprego no país ficou abaixo dos 6%: o índice atingiu 5,8% no trimestre encerrado em junho, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), realizada pelo IBGE desde 2012. É o menor nível já registrado na série histórica e um sinal claro de que o mercado de trabalho segue em recuperação, com mais empregos formais, renda em alta e políticas públicas fazendo a diferença na vida de milhões de brasileiros.
Em apenas três meses, 1,3 milhão de brasileiros deixaram o desemprego. Ao todo, o número de desocupados recuou para 6,3 milhões de pessoas, uma queda de 17,4% em relação ao trimestre anterior e de 15,4% na comparação com o mesmo período de 2024. O número de ocupados chegou a 102,3 milhões, também recorde da série, resultado da criação de 2,4 milhões de vagas em um ano.
Mais de 1,4 milhão de novas vagas com carteira assinada
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado alcançou 39 milhões, marcando um novo patamar positivo. Em comparação com o mesmo trimestre do ano passado, foram criadas 1,4 milhão de vagas formais. Já o rendimento médio dos trabalhadores subiu para R$ 3.477, o maior registrado pela pesquisa. Com mais gente trabalhando e ganhando melhor, a massa de rendimentos também cresceu: R$ 351,2 bilhões estão em circulação, 5,9% a mais que há um ano.
Mesmo com o aumento da população ocupada, a informalidade caiu. A taxa recuou para 37,8%, a segunda menor da série histórica, mesmo com a alta de trabalhadores sem carteira e por conta própria com CNPJ. A redução mostra uma melhora qualitativa no mercado de trabalho. Já o número de desalentados, aqueles que desistiram de procurar emprego, foi o menor desde 2016: 2,8 milhões de pessoas. É um indicativo de que mais brasileiros voltaram a acreditar que encontrar um emprego é possível.
Os maiores avanços aconteceram nos setores da administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com destaque para o segmento de educação. Apenas esse grupamento foi responsável por boa parte do crescimento do emprego no trimestre. Também houve expansão no comércio, na indústria, nos transportes e em serviços profissionais e administrativos.
Retrato positivo
Os dados divulgados nesta quinta-feira (31) também atualizam toda a série histórica da PNAD Contínua, com base nas novas projeções populacionais que consideram o Censo Demográfico de 2022. Com isso, os resultados ficam mais precisos e confiáveis.
A fotografia do mercado de trabalho neste primeiro semestre é muito positiva, com mais empregos e melhores salários. É o retrato de um país que, depois de anos difíceis, retoma o caminho da prosperidade com oportunidades para mais gente.
Texto originalmente publicado pelo site do PT Nacional.